“FUNK NÃO FAZ APOLOGIA À VIOLÊNCIA!”

Esta semana o assunto foi a queimada que a mãe loira praticou no marido.
Juntou o padrasto e os irmãos, e segundo a vítima, torturaram durante 20 horas.
Até ele conseguir fugir para o vizinho, onde conseguiu ajuda e foi para a delegacia onde registrou a ocorrência da violência.
O casal já frequentou antes as páginas policiais dos tablóides, não pelo Funk, mas pelas desavenças entre o casal.
A suposta vítima estava com uma ordem restritiva, que impedia ele se aproximar da senhora Veronica Costa a menos de 500 metros.
No entanto, os problemas antigos foram superados e novos apareceram.
Segundo o relatado, os parentes da mãe-loira torturavam o marido com intuito de arrancar segredos da traição que ele anda praticando.
Verônica Costa desapareceu. Ou escondeu-se para evitar a prisão em flagrante.
E numa entrevista a um tabloide carioca disse que o marido (?) estava sendo torturando por traficantes, porque devia 100 mil reais para os meliantes.
Desesperado, pediu o dinheiro para a primeira dama do funk que alegou falta da grana para livrar a cara do marido.
Como ela não tinha, ele inventou a história para incriminar a loira.
Quem diz que o funk é violento, tem razão.
A ilegalidade anda ao lado (Veronica Costa quando exercia o mandato foi acusada de imprimir folhetos de seus shows funk na grafica da Camara).
As pessoas que dizem que o funk não faz apologia à violência, são o próprio reflexo da violência e do transtorno que suas vidas passam.

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