SANDUÍCHE DE PERNIL

Ainda na terra da garoa e gastronômica, fui quase seuestrado para comer o sanduiche de pernil do Estadão.

Classificado como iguaria ímpar pelo nosso guia paulistano, genuíno, comer um pedaço de pernil após saborear o “Shawarma, esse é o podrao do Oriente Médio”, nada como experimentar algo que soubesse da sua forma e origem é menos assustador.

O atendimento para variar, tinha um senhor com a face carrancuda, como se fosse tirada diretamente de um barco do rio São Francisco.

O nosso gritou para o atendente solicitando três sanduiches. Rapidamente, foram cortados e jogados dentro do pão.

Muito pimentão verde e cebola adornavam o pernil dentro do pão.

Talvez seja para dificultar a digestão e dar a falsa mpressão de satisfação.

Não garantida e não podendo ser devolvida ou reclamada.

Não que eu seja exigente, mas o pernil foi mais difícil de engolir do que o nefando churrasquinho grego.

Quasei apanhei por declarar que a iguaria de pernil não era lá estas coisas. Os paulistas da orquestra, acharam um absurdo eu não ter gostado ou elogiado o famoso pernil do Estadão.

Acho que me tornei um herege gastronômico.

É bem possível que este local e seu sanduíche esteja classificado em algum guia como imperdível.

Não foi à toa que engordei uns 5 quilos comendo pão com algo identicável ou não.

Desta vez foi possível tomar Coca-cola para matar qualquer coisa que ainda estivesse viva no pernil ou dentro de mim.

 

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