O RIO SEGUE SEU CURSO, NO HORÁRIO…

Eu não consigo entender como algumas pessoas conseguem simplesmente não respeitarem prazos, por desleixo, desorganização, quando uma tarefa se torna rotineira.

O desleixo é incorporado a rotina, transforma e distorce o prazo numa simples frase: dane-se o mundo que o meu “timing” é este!
Uma coisa que incorporei ainda mais, nestas últimas semanas, trabalhando na Orquestra, é que 1 minuto é um atraso gigantesco.
Controlar 80 pessoas em concertos e nos seus intervalos chega a ser paranóico.
E quem chega atrasado, desrespeita o seu companheiro que chegou no horário.
E mesmo as divas, solistas respeitam horários.
Por mais parodoxal que seja, o tempo não demarca, mas libera a responsabilidade de cada um que o respeita.
Nada mais bizarro que uma senhora de idade que usa roupa de lycra apertada andando pela rua ou um avô com espalhafatosas bermudas de tactel de surfista.
O tempo nos define, pela maneira como o encaramos.
Respeito ou desleixo.
Logo, quem estabelece seus próprios prazos ou relações atemporais, a despeito dos outros, esquece que não é um náufrago numa ilha conversando com “Wilson”.
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