ENTRE A VIDA E A MORTE

Hoje de manhã assistindo aos noticiários da TV RECORD, em um dos intervalos aparece o anuncio de um show de um grupo de pagode.

Entre os convidados, estava o atual arroz de festa gospel, Regis Danese.
Anterior a sua veia gospel estufar em seu braço, o referido cantor é autor de muzks de pagode e outros gêneros.
Pelo jeito vai dar uma força para o grupo, se não me engano Pique Novo.
Será que eles vão tocar a infame Como Zaqueu em ritmo de pagode?
Alguns mais radicais, questionam a mudança do cantor.
Afirmam que não é verdadeira, sendo apenas um aproveitador dos incautos.
Para aqueles conseguem olhar para Ana Paula Valadão e não lembrar do sensual rastejo pelo palco ou de Aline Barros cantando minha rainha para duvidosa Xuxa
Regis Danese pode sem problema nenhum passar como crente.
Como algumas celebridades dizem ser.
Ou fazer parte.
E não é uma questão de julgamento, e sim, de coerência (ou falta dela) destas celebridades.
Há uns  dois dias atrás uma conhecida que não via há uns meses, me perguntou se eu ainda escutava a muzk do diabo.
E que não podia entender como sendo crente podia ainda ouvir?
Afirmando que a mudança dela foi clara, e que jogar seus CDs de muzk não sacra e só ouvir agora o gospel agora foi fundamental.
Ela escuta Aline Barros, Lagoinha e Regis Danese.
Sem problema algum.
Cada um vai prestar contas de seus atos.
Do que ouviu.
Do que fez.
E esta história do que seja sacro-santo ou diabólico é muitas vezes inócuo.
E a verdade não está em nós, mas em Deus que deve habitar cada um.
Logo, acusar, colocar o dedo em riste é pobre e opressivo.
Ainda mais quando sabemos que muitas vezes quem acusa, acusa para esconder seus próprios atos.
A industria muzkal está estrebuchando, e ainda tentam enfiar goela o ouvidos abaixo estes oportunistas.
Segundo levantamentos realizados pelas gravadoras, o únioco segmento que ainda persiste em não baixar muzk é o evangélico.
Ou por faltas de fontes de onde baixar ou pelo pecado capital que muitos lideres evangelicos bradam de seus pulpitos televisivos.
Ainda mais quando eles são donos de gravadoras e editoras.
Porém, eles não tão santos assim.
A muzk é inspiradora, manipuladora, relaxante…agressiva ou escapista.
Ninguém gosta de ser obrigado a ouvir certas coisas e concordar.
Muzk, futebol, religião e política não se discutem.
Falar sobre a muzk é sempre polêmico.
Ainda mais que certas discussões se tornam passionais e pessoais.
Ninguém é perfeito.
Caso contrário, Regis Danese ainda seria o desconhecido cantor de gêneros menores.
Anúncios

Um comentário sobre “ENTRE A VIDA E A MORTE

  1. Natalino de Jesus disse:

    Realmente, Regis Danese pode estar se aproveitando através de oportunismo e do “boom” da gospel music no Brasil, para crescer material e financeiramente de maneira rápida. Como diz a palavra de Deus, há muito joio no meio do trigo, a capacidade de julgamento das pessoas fica reduzida quando não param para raciocinar e buscar o respaldo na bíblia sagrada. A letra da música “como Zaqueu”, diz que o autor deseja subir acima da multidão para ver o Senhor passar, mas a ênfase da bíblia nessa passagem, mostra claramente a descida de Zaqueu como sendo uma atitude de humilhação, submissão e prostração diante da deidade de Jesus. Em Lucas 18:10-14 temos o embasamento da contradição da música do cantor Regis, ele deveria cantar que deseja descer ou seja abandonar o orgulho, a soberba enfim toda forma de pecado e se ajoelhar diante do Todo Poderoso para receber o perdão e vida eterna exatamente como Zaqueu fez.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s